A vitória no clássico 379 provou qual dos técnicos contratados este ano pela Dupla Grenal vem fazendo melhor trabalho. Ambas as equipes foram escaladas no 3-5-2. O Internacional com Lauro no gol, Bolivar, Índio e Fabiano Eller na zaga, Nei, Guiñazu, Sandro, Giuliano e Kléber na meia-cancha, além de Taison e Alecsandro no ataque. O Tricolor veio a campo com Victor no arco, Mário Fernandes, Rafa Marques e Maurício na defesa, Joílson, Ferdinando, Adílson, Souza e Lúcio no miolo, Jonas e Borges na frente. Jorge Fossati deu continuidade ao esquema que vinha implantando nos treinos e que goleou o Juventude por 5x0. Silas, dentre os vários esquemas testados, preferiu jogar com três zagueiros por achar que teria maior solidez defensiva. A verdade é que "El Jefe" parece já ter conhecimento sobre as peças com quem trabalha, ao passo que Silas parece meio perdido no tabuleiro gremista. Está certo que o jogo acabou sendo bem equilibrado e a vitória colorada ocorreu numa jogada de oportunismo e competência de Alecsandro, mas Silas poderia ter feito mais, deveria ter feito mais. Na segunda etapa ouso dizer que o comandante azul se acovardou ao sacar Jonas para colocar Hugo, deixando o time com apenas um homem de frente. O meio campo ficou recheado mas não havia um companheiro de arremate para Borges. O treinador poderia ter tirado um dos zagueiros e ingressado Hugo como meia ao lado de Souza, deslocando Joílson, que fez boa partida, da ala para a lateral. Poderia também ter tirado Joílson e posto Mário Fernandes no flanco, nos dois casos fazendo a equipe atuar no 4-4-2. Isso sem contar o fato de não ter visto que um de seus jogadores estava machucado e realizado uma substituição que poderia ser a última, o que deixaria o Grêmio com um a menos em campo, o que ocorreu durante cinco longos e fatais minutos. Quando finalmente Silas viu que Souza não tinha mais condições colocou em campo Maylson ao invés de Mithyuê. Sem mais...
Mas falemos de Fossati, afinal o uruguaio e seus comandados tiveram méritos na vitória vermelha. Como já citei o treinador Colorado já encotrou um esqueleto de time na Padre Cacique e a cada dia vai moldando um novo corpo. A defesa trouxe segurança, o meio campo foi técnico e brigador e o ataque eficaz. Tudo que se espera de um bom plantel. Andrézinho entrou bem, assim como Bruno Silva, das mexidas apenas Edu não me agradou. Vejo no Internacional o principal candidato ao título regional, mas como a prioridade do Saci é a LA'10 há que se reforçar o ataque. Alecsandro e Kléber Pereira se equivalem e Taison precisa de alguém que o mova a brigar mais pela posição. Voltando ao Clássico, o Inter tramou bem ofensivamente, com jogadas aéreas que obrigaram Victor a trabalhar com eficiência. Os contragolpes vermelhos eram sempre perspicazes e muito velozes. O gol acabou sendo fruto de um roubada de bola e rápido poder de fogo. Aliás, na jogada do tento colorado ficou evidente a má vontade que Hugo entrou em campo por ter sido reserva. Enfim. Mais um Grenal que se foi e deixou marcas, tanto positivas como negativas. Aos que riem, que a euforia não mascare os defeitos e aos que choram que os defeitos não mascarem as qualidades. Para terminar gostaria de registrar minha profunda indignação com alguns senhores que crucificam Jonas como o Judas do Grenal. Não precisa ser um José Mourinho para saber que o Jonas perde três gols para fazer um. E o Rochemback hein? 100 mil para ficar no banco... Pô!! Ou bota para jogar ou manda embora.
Mas falemos de Fossati, afinal o uruguaio e seus comandados tiveram méritos na vitória vermelha. Como já citei o treinador Colorado já encotrou um esqueleto de time na Padre Cacique e a cada dia vai moldando um novo corpo. A defesa trouxe segurança, o meio campo foi técnico e brigador e o ataque eficaz. Tudo que se espera de um bom plantel. Andrézinho entrou bem, assim como Bruno Silva, das mexidas apenas Edu não me agradou. Vejo no Internacional o principal candidato ao título regional, mas como a prioridade do Saci é a LA'10 há que se reforçar o ataque. Alecsandro e Kléber Pereira se equivalem e Taison precisa de alguém que o mova a brigar mais pela posição. Voltando ao Clássico, o Inter tramou bem ofensivamente, com jogadas aéreas que obrigaram Victor a trabalhar com eficiência. Os contragolpes vermelhos eram sempre perspicazes e muito velozes. O gol acabou sendo fruto de um roubada de bola e rápido poder de fogo. Aliás, na jogada do tento colorado ficou evidente a má vontade que Hugo entrou em campo por ter sido reserva. Enfim. Mais um Grenal que se foi e deixou marcas, tanto positivas como negativas. Aos que riem, que a euforia não mascare os defeitos e aos que choram que os defeitos não mascarem as qualidades. Para terminar gostaria de registrar minha profunda indignação com alguns senhores que crucificam Jonas como o Judas do Grenal. Não precisa ser um José Mourinho para saber que o Jonas perde três gols para fazer um. E o Rochemback hein? 100 mil para ficar no banco... Pô!! Ou bota para jogar ou manda embora.

pô!!! não chora Fuentes!!!
ResponderExcluirhehhehehee
Que Supremacia hein, um dia quando eu crescer vou ser uma joranlista imparcial que nem tu =D
Por enquanto tá lá.. meu texto rindo sozinho com mais uma vitória :D
Saudações do maior do RS!